MAR 07, 2022
Jornal do Centro. Confira matéria original aqui.
O Jornal do Centro e o movimento Stop Idadismo lançaram o “Calendário 8 e 80”, visando sensibilizar os mais novos para o combate contra o preconceito da idade.
O calendário já começou a ser distribuído pelas escolas e busca promover, através de uma linguagem simples e desenhos adequados à idade dos estudantes, as práticas da educação para a não discriminação.
O coordenador do movimento e presidente das Obras Sociais de Viseu, José Carreira, acredita que o calendário irá contribuir para ensinar as crianças “sobre como podem ajudar a reduzir os preconceitos e a marginalização das pessoas devido à idade”.
“O calendário é uma ferramenta em linha com as estratégias definidas pela Organização Mundial da Saúde para o combate ao idadismo, que compreende a realização de atividades educativas e intervenções intergeracionais, entre outras”, destaca.
No lançamento do calendário, representantes do movimento Stop Idadismo entregaram exemplares à secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, ao secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, e ao secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo.
No encontro, também foi anunciado o início do processo de criação da Associação Stop Idadismo que, segundo o movimento, “permitirá robustecer as ações desenvolvidas” desde abril de 2021.
“A Associação já trabalha com os seus parceiros ibero-americanos na criação de uma ferramenta para fomentar boas práticas no combate ao idadismo nas entidades públicas e privadas, com o objetivo de construir um mundo para todas as idades”, é lido no comunicado do Stop Idadismo.
Integrado por diversas organizações iberoamericanas, o movimento foi criado como “uma resposta da sociedade civil internacional a uma das maiores violências contemporâneas contra a pessoa idosa, o preconceito por idade, conhecido como idadismo”.
“O objetivo central do movimento é produzir e difundir informações, reflexões, dados atualizados e outros elementos que contribuam para ações organizadas de enfrentamento ao idadismo. Nesse sentido, vem promovendo uma série de campanhas de conscientização sobre o problema”, conclui o movimento.
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