Kimberly-Clark anuncia parceria com startup para apoiar colaboradores 50+

JUL 02, 2021

Redação - Forbes. Confira matéria original aqui.


Kimberly-Clark pretende consolidar uma cultura que valoriza os conhecimentos e trajetórias do público sênior

A Kimberly-Clark, multinacional norte-americana de produtos de higiene pessoal, está desenvolvendo ações voltadas à diversidade e inclusão entre os seus colaboradores, especialmente para aqueles que estão na melhor idade. Para isso, a companhia firmou uma parceria com a Maturi, consultoria especializada em fomentar a presença de pessoas mais maduras no mercado de trabalho.


Atualmente, 5,9% dos colaboradores da empresa estão acima dos 50 anos, cerca de 260 profissionais. Para melhorar o índice, serão implementados programas internos com o objetivo de incentivar as pessoas pertencentes à faixa etária a continuarem trabalhando em um ambiente que lhes permita aprender, ensinar, motivar e inspirar, além de reforçar a saúde e o bem-estar social.


O primeiro passo da parceria com a Maturi foi a realização de um diagnóstico para mapear e compreender o momento e a percepção desse público quanto ao seu trabalho, experiência e objetivos para o futuro. Uma das descobertas da pesquisa é que 69,99% dos entrevistados pensam em se aposentar na companhia. O levantamento abordou funcionários de todas as localidades, setores e funções para chegar a um panorama contundente da companhia. Os resultados servirão para programar as novas ações e políticas destinadas ao pilar de gerações.


Além da pesquisa, foram realizadas palestras de sensibilização sobre o tema e workshops com as lideranças da companhia e embaixadores da causa para aprofundar o debate e reflexões sobre os próximos passos.


Para Candice Pomi, diretora do área de comportamento do consumidor da Kimberly-Clark, essas iniciativas pretendem não apenas reforçar o pilar de gerações, como também trazer novas perspectivas aos profissionais mais velhos. “Ao incentivar o diálogo intergeracional, criamos uma cultura que valoriza não apenas o conhecimento técnico do público sênior, como também sua trajetória. No contexto de transição demográfica sem precedentes que vivemos, é fundamental quebrarmos o paradigma de que os mais velhos não podem seguir contribuindo para o mercado de trabalho. Muito pelo contrário: são exatamente eles que possuem repertório de uma longa vida e habilidades diferenciadas como coordenar, administrar, ensinar e elaborar estratégias e planos de longo prazo”, afirma.

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